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Para economista, "Dívida: os primeiros 5.000 anos" é ainda mais ambicioso que "O capital no século XXI"

"Dívida: os primeiros 5.000 anos é um dos livros da crise de 2008, como O capital no século XXI, de Thomas Piketty. Mas seu autor, David Graeber, é mais ambicioso do que Piketty em todas as dimensões possíveis", afirma o economista Celso Rocha de Barros, colunista da Folha de S.Paulo, em comentário crítico publicado no jornal, no último domingo, dia 21/2/2016. Para Rocha de Barros, um dos pontos altos do livro é a história das revoltas de devedores, recorrentes na história humana, e frequentemente resolvidaspor meio de anistias. "É fácil perceber como essa história sensibilizaria leitores no pós-2008", escreve.

A Folha dedicou duas páginas ao livro, uma delas contendo uma longa entrevista com o antropólogo David Graeber.