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"Uma herança incômoda: genes, raça e história humana" foi objeto de reportagens e resenha nos jornais "Valor" e "Folha de S.Paulo"

- Uma herança incômoda: genes, raça e história humana foi objeto de reportagens e resenha nos jornais Valor e Folha de S.Paulo. Com o título Uma defesa do conceito de raça humana, a entrevista do jornal Valor chama atenção para a polêmica gerada pelo livro. Veterano de reportagens sobre ciência no New York Times, o jornalista Nicholas Wade tinha consciência de que iria provocar reações iradas ao defender a ideia de que raças humanas existem, têm base genética e explicam parte das diferenças de desenvolvimento entre os povos, diz a reportagem de Martha San Juan França.

"'O ópio dos intelectuais' é uma das mais lúcidas críticas políticas dos últimos cem anos", diz jornalista

- "O ópio dos intelectuais" foi tema da capa do caderno "Ilustrada", da Folha de S.Paulo, no 30/07/2016. O artigo do secretário de Redação do jornal, Vinicius Mota, ressalta que o clássico "é uma das mais lúcidas críticas políticas dos últimos cem anos". "Lançado na França em 1955, o livro sugere já no título a chave do enigma ao retorcer a famosa frase de Marx sobre a religião como 'o ópio do povo'. O marxismo aliena o intelectual da realidade, entorpece-lhe os sentidos como a droga, porque opera próximo do registro religioso", escreve Mota. Clique aqui para ler a crítica.

Para Rosely Sayão, o que, hoje, a maioria das pessoas consideram proteção, ela chama de alienação

- "O que, hoje, a maioria das pessoas dizem que é proteção, eu chamo de alienação. Porque não existe esse mundo que eles estão tentando passar para o filho. A ideia de educar o filho é prepará-lo para enfrentar a vida sozinho", diz a psicóloga Rosely Sayão em entrevista à revista "Pais e Filhos" sobre seu novo livro, "Educação sem blá-blá-blá". Clique aqui para ler a entrevista.

Para economista, "Dívida: os primeiros 5.000 anos" é ainda mais ambicioso que "‪O capital no século XXI‬‬"

- "Dívida: os primeiros 5.000 anos é um dos livros da crise de 2008, como O capital no século XXI, de Thomas Piketty. Mas seu autor, David Graeber, é mais ambicioso do que Piketty em todas as dimensões possíveis", afirma o economista Celso Rocha de Barros, colunista da Folha de S.Paulo, em comentário crítico publicado no jornal, no último domingo, dia 21/2/2016. Para Rocha de Barros, um dos pontos altos do livro é a história das revoltas de devedores, recorrentes na história humana, e frequentemente resolvidaspor meio de anistias. "É fácil perceber como essa história sensibilizaria leitores no pós-2008", escreve.

Jornal "Valor" ressalta o impacto de "Dívida", de David Graeber

- O suplemento "Eu & Fim de Semana", do jornal Valor Econômico, trouxe na sexta-feira, dia 19/2/2016, uma reportagem sobre o livro Dívida, recém-lançado pela Três Estrelas, e uma longa entrevista com seu autor, o antropólogo norte-americano David Graeber. Na reportagem, o jornalista Diego Viana, ressalta que "a extensa pesquisa de David Graeber foi um sucesso de vendas no mundo anglo-saxão, comparável ao também volumoso estudo do economista francês Thomas Piketty (O capital no século XXI).